No processo penal, decisões não podem ser reduzidas a padrões ou previsões automatizadas. Cada caso carrega circunstâncias próprias, histórias distintas e consequências extremamente graves, muitas vezes envolvendo a possibilidade de prisão em um sistema penitenciário já reconhecido pelo STF como um estado de coisas inconstitucional.
Por isso, como destaca nossa sócia Maíra Fernandes, a justiça criminal exige análise cuidadosa, sensibilidade e presença humana. Não por acaso, tratados internacionais reforçam a importância do contato direto entre juiz e acusado o chamado “olho no olho” das audiências.
Trecho do @podcasttalegal, de Maíra Fernandes e Ricardo Brajterman, em uma conversa sobre os limites do uso da inteligência artificial no processo penal e os riscos da chamada inteligência preditiva na justiça criminal.

