Depois de quatro meses e meio de paragem, arranca mais uma safra da sardinha, desta vez com início no passado dia 21 de abril pelas 00h00. Para os menos familiarizados ou mais distraídos, a abertura da pesca da sardinha é um momento importante para as comunidades costeiras, marcando o regresso da arte do cerco ao mar e a retomada de uma atividade económica e cultural fundamental para Portugal. É um período que envolve não só tradição, mas todo um conhecimento ancestral e uma paixão pelo mar, além de ser fonte de sustento para muitas famílias e comunidades. Segundo a comunicação social, a Docapesca de Matosinhos evidenciou um arranque marcado por otimismo, com a chegada dos barcos quase todos cheios e ainda com a típica frase populista “avista-se muito peixe no mar”. Por sua vez, a Ramirez acompanhou este pontapé de saída com entusiasmo, alma e dedicação, levando a que o seu espaço inserido no Centro de Reacondicionamento de Pescado (CRP) fosse visitado por elementos da Produção e Qualidade no sentido de garantir o bom funcionamento do espaço, através de formação, acompanhamento e cooperação de todos os colaboradores inerentes a este serviço. A safra de 2025 conta também com o compromisso que destaca a sustentabilidade da pesca e a valorização do trabalho dos pescadores, em busca de garantir a continuidade desta atividade por meio do respeito aos recursos marinhos e da colaboração de todas as partes envolvidas.

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