Há famílias que esperam meses por uma vaga numa loja da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) e só descobrem, já no balcão de atendimento, que a documentação apresentada para o reagrupamento familiar, com vistas à autorização de residência em Portugal, não cumpre os requisitos necessários, pois a certidão de nascimento está sem apostila, falta o certificado de registo do cidadão europeu ou o documento que comprova quem, legalmente, representa a criança.
Para evitar esse tipo de transtorno, a AIMA fez um comunicado por meio de suas redes sociais dirigido a quem vai apresentar um pedido de reagrupamento familiar relativo a um menor nacional de país terceiro, como o Brasil, que não tem cidadania de um país da União Europeia, mas é familiar de alguém que tem. É uma situação comum entre filhos de brasileiros quando um dos pais possui cidadania portuguesa ou de outro país da UE.
📸 Foto: Nuno Ferreira Santos
Fonte: Publico.Pt

