No Dia Nacional das Conservas de Peixe, o setor faz um balanço positivo e destaca a aposta tecnológica numa das indústrias mais antigas do país.

As conserveiras portuguesas são das maiores do mundo, com uma quota de exportação de 75% dos produtos. No Dia Nacional das Conservas de Peixe, o setor faz um balanço positivo e destaca a aposta tecnológica numa das indústrias mais antigas do país.

A história da conserveira Ramirez cruza-se com a história de Ludovina e Mónica. Mãe e filha trabalham lado a lado. Uma trabalha há mais de 20 anos, a outra caminha para os 40. Estão juntas a colocar o peixe dentro das latas, um dos poucos processos que ainda é feito de forma manual.

Avanços tecnológicos numa indústria que mantém a tradição. As mulheres continuam a ser a principal força de trabalho nas mais de 20 empresas de todo o país.

Em Matosinhos, há empresas conserveiras, como a Portugal Norte, que trazem da lota cada vez mais espécies usadas em novas receitas e servidas à mesa.

Reinvenções de uma indústria que exporta mais de 75% do que produz e que tem vindo a ganhar espaço noutros mercados.

Do mar chegam 36 espécies de peixe que são transformadas em conservas. Tudo isto com selo azul, garantia de uma pesca sustentável nesta indústria que é das mais antigas do país.

Fonte:  SicNoticias.pt