om o objetivo de integrar o reconhecimento das identidades digitais dos cidadãos do Mercosul, os países-membros avançam em um consenso para viabilizar esse reconhecimento mútuo e facilitar o acesso a serviços públicos de forma mais ágil quando a pessoa estiver em outro país e necessitar de um documento equivalente ao “CPF” local.

O próximo passo para a agenda de integração digital é que cada nação defina quais serviços estarão disponíveis. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, nossa sócia Fernanda Burle avalia que os governos enfrentarão desafios para implementar, na prática, esse sistema regional de cidadania digital. Isso porque, segundo ela, o Brasil promoveu avanços significativos nessa área nos últimos anos, “mas ainda precisa aprimorar seus próprios sistemas digitais para ampliar o acesso e fortalecer o letramento digital da população”.

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