A Casa de Campo Capim Limão surge da requalificação de um antigo imóvel (1747) de traça arquitetônica tipicamente minhota, localizado de forma privilegiada, junto ao Santuário do Senhor do Socorro e em plena serra da Labruja (caminho de Santiago de Compostela), tratando-se de um dos principais pontos de interesse de grande beleza natural no concelho de Ponte de Lima, da qual dista cerca de 7 km, apenas a 45 minutos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto) ou a 30 minutos do centro histórico de Braga e Guimarães e a cerca de 20 minutos da fronteira da Galiza em Espanha.

Este empreendimento turístico que, quer ao nível do espaço físico, quer ao nível do serviço, primará pelo conforto e exclusividade, permitirá uma imersão nas tradições “Alto Minhotas”.

Esta Casa de Campo está posicionada para os amantes da natureza, da cultura, com uma forte vertente gastronómica, que procura uma oferta compósita e sofisticada nomeadamente para os apreciadores em gastronomia e vinhos (com produção própria ), como percursos pedestres, passeios a cavalo, piquenique, passeios de bicicleta.
Pretende-se uma fusão entre a gastronomia Brasileira, gastronomia Portuguesa, sobretudo a gastronomia do Alto Minho, território este que foi em 2016 declarado Capital Europeia da Gastronomia.

Dada a importância dos Caminhos de Santiago em Ponte de Lima, permitiremos a quem se hospeda estar próximo da experiência única que é viver o Caminho de Santiago “in loco” na Serra da Labruja. Será uma importante partilha de conhecimento sobre o património cultural, arquitetônico, musical e artístico de toda a tradição jacobeia que se vive nesta região.

Acompanhe a evolução deste projeto de promoção da história e cultura da região Alto Minhota à contemporaneidade e vivência turística do território, através do instagram : capim_limao_country_house

Com 33 anos de atuação no segmento de softwares de gestão para empresas do agronegócio, a paranaense Agrotis encontrou na bolsa europeia Euronext uma saída para destravar sua expansão. A companhia pretende fazer uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) no mercado de acesso da Euronext, onde são listadas pequenas e médias empresas, até o final do ano e levantar cerca de R$ 15 milhões. Além dos novos recursos, a Agrotis quer movimentar sua base acionária, sem que haja a entrega do controle para outros acionistas.

“Era um sonho abrir o capital, mas para chegar à B3 teríamos de ingressar em um crescimento acelerado por pelo menos cinco anos”, diz o sócio fundador da Agrotis, Manfred Schmid. Ao mesmo tempo, a estrutura societária da empresa é a mesma há 20 anos, com três sócios controladores e 10% pulverizado entre investidores minoritários.

Agora, alguns majoritários querem sair, e minoritários, ampliar sua participação. Mas para isso, a Agrotis precisava de uma referência de preço. Schmid conta que nos últimos cinco anos consultou empresas especializadas em fusões e aquisições (M&A) e fundos para encontrar uma equação, mas que sempre resultavam em propostas de perda do controle ou venda de 100% da companhia. Embora para Schmid o investidor europeu seja uma incógnita, ele aposta no fato de estar no segmento de tecnologia e relacionado ao agronegócio para atrair investidores.

A Agrotis tem 250 funcionários atualmente e, após crescer à média de 30% nos últimos quatro anos, seu faturamento alcançou R$ 52 milhões em 2023. A partir dessa oxigenação no negócio, a ideia é expandir a oferta de serviços para empresas de médio porte e adaptar os softwares para internacionalização na América Latina.

Bolsa opera em várias praças da Europa

A Euronext é uma bolsa europeia que opera mercados em Amsterdã, Bruxelas, Londres, Lisboa, Dublin, Oslo e Paris. A Agrotis deve ser listada em Lisboa. Considerando todas as praças, a Euronext tem 1,9 mil empresas listadas, envolvendo uma capitalização de mercado de 6,6 trilhões de euros. Do total das listadas, 1,5 mil são pequenas e médias. O mercado de acesso tem três diferentes categorias, que permitem às companhias menores evoluírem em liquidez e governança até alcançarem tamanho suficiente para estarem listadas no mercado regular.

O sócio responsável pelo escritório Gaia Silva Gaede Advogados em Madri, Marcos Catão, afirma que o baixo custo relativo à Bolsa brasileira e a visibilidade são alguns dos principais atrativos da Euronext para as empresas de menor porte. “É uma vitrine enorme e abre as portas a novos investidores, incluindo fundos de venture capital para aquelas menores”, diz.

Ele acrescenta que já trabalha em operações para outras empresas brasileiras que estão na busca também da atribuição de valor para seus negócios e não conseguem ingressar na Bolsa brasileira. “Há um potencial de liquidez muito grande por se tratar de uma plataforma com investidores de várias regiões da Europa”, afirma.

As leis fiscais brasileiras estão em constante mudança, e as empresas precisam estar sempre atentas às novas normas para evitar problemas. Um ERP atualizado é essencial para garantir a conformidade fiscal do seu negócio.

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A Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro e o Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro, com o apoio da Revista Gula, organizaram um jantar inesquecível no emblemático Palácio de São Clemente.

Nesta ocasião especial, Alexandre Lalas, editor-chefe da revista Gula, e o renomado Chef Marco Gomes de Portugal, proporcionaram uma experiência única, conduzindo-nos por uma deliciosa viagem pela gastronomia e vinhos portugueses, na companhia de amigos queridos.

No último dia 17 de junho, segunda-feira, na sede da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, ocorreu a reunião da Diretoria.

Foram analisados diversos indicadores do exercício e definido um plano geral de objetivos para o biênio 2024-2026.

Outros assuntos de interesse geral também foram discutidos, sempre com o intuito de fortalecer as relações entre os países e povos irmãos.

Trilhando Caminhos de Futuro!

Startup portuguesa lança primeira rede social para idosos em Portugal, Espanha e Brasil. Plataforma conta já com mais de 16 mil utilizadores que poderão agora conectar-se entre si, estejam institucionalizadas ou a viver autonomamente nas suas casas.

Há no mercado uma nova rede social destinada aos mais velhos – criada pela startup nacional Sioslife – que permite que estes façam novas amizades, “se encontrem” e comuniquem entre si, de forma simples, através de chamadas, videochamadas, partilha de conteúdos e muito mais.

A plataforma conta já com mais de 16 mil utilizadores.

“Esta nova plataforma pode ser usada, em exclusivo, através dos sistemas interativos de inclusão digital da Sioslife – tablets e computadores – já presentes em mais de 600 instituições, em Portugal, em Espanha e, mais recentemente, no Brasil”, refere a startup.

Disponível a partir desta quarta-feira, a nova rede social dedicada à terceira idade tem o mesmo nome da startup que a criou Sioslife.

“A primeira rede social, inteiramente dedicada à promoção da inclusão social das pessoas mais velhas em instituições de cuidado, é fruto da experiência dos mais de 10 anos de trabalho da Sioslife”, lê-se no comunicado.

A ageTech nacional com origem em Braga – que levantou no ano passado uma ronda de 2,3 milhões de euros – “disponibiliza uma solução tecnológica para facilitar o contacto e partilha de dados entre utentes, profissionais e cuidadores de mais de 600 instituições, num universo que já ascende os 16 mil utilizadores”, avança a empresa.

A rede social integra esse software, permitindo o acesso das pessoas mais velhas, em exclusivo, a funcionalidades de socialização, entretenimento, navegação na internet, entre muitas outras, de forma totalmente segura e adaptada mesmo para pessoas com menor literacia digital.

“Esta é uma rede social especial, dedicada exclusivamente às pessoas mais velhas e que tem um objetivo muito claro: combater o isolamento social, um dos principais problemas associados ao envelhecimento”, refere a empresa.

“Esta era uma das funcionalidades mais pedidas pelos nossos clientes, e depois de ajudarmos na manutenção do contacto entre utentes e cuidadores, porque não fomentar a socialização entre pessoas mais velhas que já se conhecem ou até criar novos laços de amizade? Esta é uma rede social completamente diferente daquilo que conhecemos, destaca-se essencialmente pela interface de utilização super-simples, com apenas dois ou três toques no ecrã, é possível encontrar amigos na comunidade e estabelecer uma relação de amizade, com apenas mais um toque inicia-se uma videochamada”, explica Jorge Oliveira, CEO e fundador da startup.

A partir de agora, qualquer pessoa, num dos mais de 600 Lares, Centros de Dia, Serviços de Apoio Domiciliário ou em projetos na comunidade (em Portugal, Espanha ou Brasil), com a tecnologia Sioslife, e que tenha amigos ou familiares noutras instituições já pode, de forma simples, encontrar essas pessoas na comunidade e estabelecer ligação ou simplesmente descobrir novas amizades.

A nova rede social permite também interagir com a rede de cuidadores profissionais/informais, comunicar através de chamada/videochamada e partilhar conteúdos multimédia, aceder a toda uma rede de serviços de cuidado, saúde e bem-estar e aceder a conteúdos interativos de estimulação cognitiva e física, assim como conteúdos de interesse como música e filmes, notícias, entre outros.

Aos milhares de utilizadores mais velhos que já pertencem à rede social, junta-se ainda toda a rede de mais de 10 mil cuidadores profissionais e cuidadores informais, que estão também interligados e podem interagir neste ecossistema.

Para o CEO da startup bracarense, o objetivo desta nova rede social passa por trazer benefícios à saúde física e mental dos utilizadores. Combater o isolamento de 93 milhões de pessoas em toda a Europa é o desígnio.

“A capacidade de conectar as pessoas mais velhas com os seus familiares e amigos foi sempre a pedra basilar do nosso sistema. A construção de uma rede social vem agora aprofundar esse objetivo, permitindo que os utilizadores possam conhecer novas pessoas e criar e manter relações de amizade e afetividade que contribuem para uma vida mais saudável e realizada “, acrescenta Jorge Oliveira.

A curto prazo, o objetivo é que esta funcionalidade possa chegar ao maior número de pessoas.

Para o CEO da ageTech, o potencial de crescimento da rede é enorme. “Só em Portugal, um em cada cinco pessoas sofre de isolamento social. Na Europa o cenário é ainda mais alarmante, representando 20,8% da população”, recorda Jorge Oliveira.

Fonte: Sapo.pt