Em março, as exportações de café também bateram um recorde, com 4,2 milhões de sacas vendidas, um volume 37,8% superior ao registado no mesmo período de 2023.

O Brasil, maior produtor e fornecedor mundial de café, exportou 11,9 milhões de sacas do grão no primeiro trimestre, mais 42,4% que no mesmo período de 2023 e um novo recorde, indicou esta terça-feira a associação patronal do setor.

Em termos de volume de negócios, as vendas de café brasileiro para o exterior registaram uma receita para o país de 2,3 mil milhões de euros, mais 38,2% do que no primeiro trimestre do ano passado, segundo dados divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Em março, as exportações de café também bateram um recorde, com 4,2 milhões de sacas vendidas, um volume 37,8% superior ao registado no mesmo período de 2023.

De acordo com a associação patronal, todos os tipos de café exportados pelo gigante sul-americano registaram crescimento no primeiro trimestre do ano, com destaque para o café robusta, cujas vendas aumentaram 591% em relação ao mesmo período de 2023, com 1,8 milhões de sacas vendidas.

O café arábica, no entanto, continua a liderar as exportações, com 9,2 milhões de sacas vendidas, 27,8% a mais do que o registado entre janeiro e março de 2023, representando 76,9% do total embarcado.

De acordo com o relatório do Cecafé, os principais destinos dos grãos no primeiro trimestre do ano foram os Estados Unidos, com 17% do total exportado, Alemanha (14,5%), Bélgica (10,9%), Itália (7,9%) e Japão (5,1%).

Fonte: JornaldeNegócios. pt

Linguistas ajudaram a elaborar uma lista de expressões que estão sendo introduzidas no léxico dos portugueses.

‘Grama’, ‘geladeira’, ‘dica’. Essas e outras palavras e expressões ‘brasileiras’ têm se tornado cada vez mais comuns no vocabulário dos portugueses, segundo linguistas e estudiosos do tema.

Elas são usadas principalmente por crianças e adolescentes, que seguem com assiduidade influencers e youtubers do Brasil nas redes sociais.

Mas os portugueses mais velhos também são pegos cada vez mais cometendo “brasileirismos”, em uma tendência que começou na década de 1970 com a influência das novelas exportadas do Brasil para Portugal e foi potencializada nos últimos anos por conteúdos nas redes sociais.

Fernando Venâncio, linguista português que estuda o tema há décadas, identificou algumas dessas palavras em seu livro “O Português à Descoberta do Brasileiro”.

Muitas delas, segundo ele, já são usadas em Portugal há algumas décadas. “Um brasileiro, por exemplo, anuncia a pergunta que vai fazer com ‘será que’. Isto não existia no português de Portugal nesta modalidade”, diz.

“Um brasileirismo que eu mesmo uso e acho que foi um ganho é ‘dica’. Não conhecíamos essa palavra em Portugal, usávamos ‘sugestão’ ou algo assim. Mas a palavra brasileira é mais prática e curta.”

A professora Teresa de Gruyter dá aulas de inglês para adolescentes em uma escola de línguas em Cascais. Ela afirma aprender com certa frequência novas palavras brasileiras com seus alunos.

“Há pouco tempo alguém me disse que ‘estava p*ta da vida’. Eu percebi que ela queria dizer que estava furiosa com a vida, mas para nós a palavra p*ta significa prostituta”, conta.

“Algo parecido acontece com a expressão ‘isso é f*da’. Nós diríamos ‘isso aqui é giro’, pois em Portugal f*da é o ato sexual e nada mais.”

O linguista e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Xoán Lagares, nota ainda a influência da variante brasileira na omissão do artigo em determinados contextos e em certas questões de colocação pronominal.

O especialista explica que na variante europeia a omissão do artigo com possessivo só é possível em poucos contextos, segundo a tradição normativa local. O comum, portanto, seria dizer coisas como “a minha casa”, “vou-te dar o meu endereço” ou “a minha vida”.

Já no português brasileiro, o uso é mais variável, e expressões “minha casa”, “vou te dar meu endereço” e “minha vida” são aceitas.

Mas recentemente, o formato usado no Brasil tem sido observado também em Portugal.

GERÚNDIO E O USO DO ‘VOCÊ’

Segundo os especialistas consultados pela BBC Brasil, dois aspectos muito apontados como “brasileirismos” na variante portuguesa, na verdade, já existiam na língua de Camões. Um deles é o uso o constante do gerúndio.

“O gerúndio é uma forma mais antiga. Até o século 19 ninguém dizia ‘estou a passear’, como dizemos hoje, diziam ‘estou passeando'”, afirma a professora catedrática de Linguística da Universidade de Coimbra, Graça Rio-Torto.

“Por uma razão que eu não sei explicar, no século 19 isso mudou, mas a sul do Rio Tejo, portanto a sul de Lisboa, sobretudo no Alentejo, no Algarve, nas Ilhas da Madeira e nos Açores, o gerúndio é construção dominante.”

E ao contrário do que muita gente acredita no Brasil, o uso da palavra “você” também já era muito comum em Portugal.

Segundo Rio-Torto, a palavra, especialmente no singular, ocupa dois extremos. Ao mesmo tempo em que é muito usada por portugueses menos escolarizados e de zonas mais rurais do país, também está presente entre a classe alta.

Alguns linguistas também classificam a expressão de “um meio-termo” entre “o senhor” ou “a senhora” e o “tu”, em termos de formalidade.

Mas para algumas pessoas, seu uso por portugueses ainda pode ser considerado rude ou uma forma de inferiorizar alguém. “Pode ser uma marca um bocadinho desrespeitosa por parte de um falante culto. Eu, por exemplo, nunca me dirigiria a um aluno com ‘você'”, diz a professora da Universidade de Coimbra.

Para Fernando Venâncio, o uso da palavra não se trata de uma influência brasileira. “No máximo a habituação pode ser ter sido tal que para nós tratar outra pessoa por você se torna mais normal, mais aceitável, menos problemático”, diz.

Fonte: Folha

O International Wine Business Program garante uma sólida formação em temas de gestão e de negócio do setor do vinho e conta com o apoio institucional da ViniPortugal.

O programa junta tópicos das principais perspetivas da indústria do vinho – contexto de negócios, comportamento do consumidor, gestão de marcas, marketing de vinhos, inovação na produção e sustentabilidade. Conta ainda a participação especial da University of California (Davis), a escola que melhor está classificada internacionalmente no ensino de Enologia e Viticultura.

Irá decorrer em formato blended-learning, combinando sessões online com dois dias de experiências imersivas em presencial no final do programa, permitindo conjugar a aprendizagem com os desafios reais do setor. É lecionado em inglês, contando com participantes nacionais e internacionais, de várias geografias, ligados ao setor dos vinhos.

Terá início a 16 de abril e as candidaturas estão na reta final. Para mais informações, consulte o site da CATÓLICA-LISBON.

https://www.revistadevinhos.pt/noticias/conheca-o-international-wine-business-program

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